Secretário José Renato Nalini visita a EGC e dialoga sobre mudanças climáticas EGC - Notícias

 

Nesta quarta-feira (18/03), o titular da Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas da Prefeitura de São Paulo, José Renato Nalini, fez uma visita de cortesia à Escola Superior de Gestão e Contas Públicas (EGC), vinculada ao Tribunal de Contas do Município de São Paulo, onde foi recebido pelo diretor-presidente da entidade, Ricardo Panato, e pelo diretor acadêmico, Gilson Piqueras. Na oportunidade, Nalini reforçou o papel estratégico tanto da Secretaria de Mudanças Climáticas quanto da EGC para enfrentar a atual crise ambiental.

“Hoje, vim conversar com o Ricardo Panato para que a Escola do Tribunal de Contas do Município, escola superior, seja uma parceira nessa grande tarefa que todos nós temos de pensar nas mudanças climáticas, pois considero que a EGC é um estabelecimento que existe para formar e aperfeiçoar vocações, principalmente nesse setor tão importante que é o controle, a fiscalização, o acompanhamento das políticas públicas do município, no caso, da maior cidade do Brasil”, disse Nalini. E acrescentou: “é evidente que os frequentadores dos cursos da Escola são pessoas que exercem influência, são lideranças que vão poder replicar aquilo que aprenderem aqui em favor, não é só da natureza, em favor da humanidade”.

Para José Renato Nalini, a criação de uma consciência ecológica coletiva é muito importante na maior cidade do Brasil, São Paulo, que se aproxima de 13 milhões de habitantes e que tem problemas homéricos. “A tendência de quem encarava a questão climática era dizer: "Eu sozinho não posso fazer nada ou então as coisas vão acontecer daqui a 100 anos". Segundo o secretário municipal de Mudanças Climáticas, essa situação se alterou drasticamente e as coisas estão acontecendo já e cada pessoa é responsável por aquela porção de desperdício, aquela produção de resíduos sólidos.

“É impressionante que São Paulo produza 18.000 toneladas de áreas de resíduo sólido domiciliar. Então, nós consumimos muito, desperdiçamos muito e, principalmente, não sabemos segregar. Nós precisamos segregar, fazer uma destinação correta dos resíduos sólidos para que eles ingressem na economia circular e que a logística reversa passe a ser uma concretização e não uma quimera”, concluiu Nalini.